Não, meu computador ainda não consertou, mas cansei de esperar por isso para continuar o trabalho que eu tenho feito no “Mundo Distopia” e aqui dentro do Steambook.
Esses dias eu assisti com o digníssimo namorado “Contaminação (2009)”, que tem como destaque especial a participação do Val Kilmer (aquele cara loiro que protagonizou um Batman super fora do contexto, lembra?).

Vamos à Sinopse: Em uma estação de pesquisa no ártico, o gelo está derretendo e trás um mamute pré-histórico que esconde em suas entranhas um mortal parasita! Diante deste desastre 4 jovens têm de decidir sobre sacrifício: morrer ou contaminar o mundo inteiro com este parasita.
Eu pensei que seria um filme que exploraria o confinamento desses 4 jovens, ou quem sabe, que seria um filme como um daqueles de zumbis, afinal, com um nome desse de “contaminação” com certeza seria um filme distópico e apocalíptico do jeitinho que eu adoro.
Por sinal, Contaminação não é um filme bom. Infelizmente!! Há uma porção de ganchos na trama que poderiam ser explorados com potenciais distópicos, mas que infelizmente não são levados adiante. O filme se prende no desespero dos contaminados, em como eles passam mal e descobrem pouco a pouco o que está acontecendo com eles.
Eu classificaria “Contaminação” como mais um daqueles filmes que tentam dar uma lição de moral através de um “acidente biológico”, como se o nosso planeta se “vingasse” do mal que estamos causando. No caso, o aquecimento Global fez aparecer um mamute contaminado por um parasita mega poderoso capaz de aniquilar a raça humana e todos os outros seres vivos da face da terra.
Se você pensar bem, é um exagero quando inclui “os outros seres vivos”, afinal se a Terra estaria se vingando da poluição e do aquecimento global, porque ela mataria não só homens, mas animais também?! Em todo filme distópico uma lei tem que ser respeitada: nós humanos é que somos a ameaça. Sem isso, não faz sentido a lição de moral. Outra coisa chata do filme é que não há nenhum clima de suspense.
Mas, para não dizerem que só falei mal do filme, há um ótimo gancho (mal explorado) de uma tentativa de “Biopunk”, que é quando acontece a tentativa de “espalhar” o mal pela humanidade e correr um vídeo pelo Youtube para “deixar claro” que o desastre foi obra de ativistas…
Esse filme deixou muita a desejar, e ao final fiquei com aquela impressão de que se eu fosse roteirista de cinema e me dessem esse projeto, eu faria totalmente diferente…





















